PIB da região de Campinas cresce 9,2%, maior de SP

Dado do Seade compara primeiro trimestre de 2021 com o mesmo período de 2020; Veja gráfico

foto: Divulgação – O PIB da região de Campinas surpreendeu e veio acima do esperado. De acordo com o boletim Seade Informa Economia, divulgado neste mês de agosto, aponta que a região administrativa de Campinas cresceu mais que as demais regiões do Estado. No comparativo do primeiro trimestre de 2021 com o mesmo período de 2020, a evolução foi de 9,2%.

O resultado do PIB da região de Campinas foi positivo nas 16 regiões administrativas, porém, a de Campinas se destaca. Na média, o crescimento do Estado de São Paulo foi de 6%. Depois de Campinas, aparecem a região de Sorocaba, com 6,8%; de São Paulo, 5,9%; e a Central, 5,3%.

Apesar da pandemia de coronavírus ter freado a economia no ano de 2020, nesse ano os investimentos foram retomados no município. Os distritos do Ouro Verde e do Campo Grande, também foram beneficiados coma volta dos investimentos, principalmente com a abertura de novas lojas de diversos segmentos (saiba mais).

De acordo com o secretário municipal de Finanças, Aurílio Caiado, o crescimento da região de Campinas acima da média das demais se dá pela região abrigar setores com mais intensidade tecnológica e que foram mais demandados durante a pandemia. “Os setores de informática e todos os demais de tecnologia da informação e da comunicação cresceram muito durante a pandemia, o que explica em parte este crescimento”, explicou.

PIB da região de Campinas


PIB da região de Campinas

O prefeito de Campinas, Dário Saadi, disse que os números mostram o potencial econômico de Campinas e região e reflete, também, a forma responsável como a cidade enfrenta a pandemia de Coronavírus. “Todos os dias trabalhamos no enfrentamento à pandemia e preparamos a cidade para a retomada. Estamos confiantes, mas com os pés bem fincados no chão”, afirmou.

A Região Administrativa de Campinas ocupa uma área de 27.079 km², que representam 10,9% do Estado e conta com 90 municípios. Ela é suprida por grande malha rodoviária, em que se destacam as rodovias Anhanguera e Bandeirantes, ligando a região a São Paulo e ao interior do Estado. Há também ferrovia operada pela Ferroban, além de inúmeras estradas vicinais. A região é servida, ainda, pelo gasoduto Bolívia-Brasil.

O boletim completo da Fundação Seade pode ser consultado aqui.